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Quando eu era menino, minha mãe me comprava uma série de revistas especializadas em astros da televisão. Muitas dessas revistas se perderam ao longo do tempo, muitas eu preservei e outras eu guardei apenas recortes. Nossos ídolos envelhecem, a gente envelhece, mas no nosso coração ficam guardadas as lembranças de um tempo que passou.Esse blog é minha forma de compartilhar com o mundo as imagens desse tempo. Boa viagem! Contato do blog: oriaselias@gmail.com

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    Jacyra Silva nasceu em São Paulo no dia 7 de maio de 1940.  Seu sonho de menina era ser uma grande cantora, como a rainha do rádio Ângela Maria. Na  adolescência  trabalhou como secretária, ocasião em que se inscreveu num concurso para escolher a mais bela mulata, ficando em primeiro lugar.  Nesta época, início dos anos 1960, ingressou na TV Excélsior, participando de programas e tentando a carreira de cantora. 

    Incentivada por seu padrinho, o ator Sérgio Cardoso, ingressou num curso de teatro e em 1964 participou de sua primeira telenovela, Ambição, escrita por Ivani Ribeiro.  Participou em seguida das telenovelas  A Cor de Sua Pele (TV Tupi, 1965), O Ébrio (TV Paulista, 1965), Almas de Pedra (TV Excélsior, 1966), As Minas de Prata (TV Excélsior, 1966), O Anjo e o Vagabundo (TV Tupi, 1966) e O Tempo e o Vento (TV Excélsior, 1967).

    Em 1968, conhecia o sucesso em nível nacional, como a personagem Maria Clara na novela Antônio Maria, de Geraldo Vietri.  Ainda por influência de Sérgio Cardoso foi para a TV Globo em 1969 integrar o elenco de A Cabana do Pai Tomás.  Seguiram-se outros sucessos:  A Próxima Atração (1970), Pigmalião 70 (1970), Irmãos Coragem (1970), Bandeira 2 (1971/72), Uma Rosa Com Amor (1972), Os Ossos do Barão (1973), Corrida do Ouro (1974), O Grito (1975). Seu último trabalho na TV Globo foi em 1986 no remake de Selva de Pedra. Ao todo atuou em 22 trabalhos na emissora. Em 1987 foi para a TV Manchete atuar na novela Helena.


    Além da televisão também atuou em alguns filmes com destaque para O Cortiço, adaptação do romance de Aluísio Azevedo, onde viveu Bertoleza.

    Nos anos 1970 foi casada com o diretor de novelas da TV Globo, Walter Campos. Nos anos 1980 formou-se em psicologia e Filosofia.


    Jacyra Silva morreu em São Paulo no dia  17 de fevereiro de 1995, aos 54 anos de idade, vítima de um derrame cerebral. Aqui, um pouco de sua trajetória.

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva

    Jacyra Silva
    Jacyra Silva com o marido Walter Campos

    Jacyra Silva com Marcos Plonka em Antônio Maria (TV Tupi, 1968), novela de Geraldo Vietri

    Jacyra Silva com Norah Fontes e Ana Maria Dias em Antônio Maria

    Jacyra Silva com Aracy Balabanian em Antônio Maria

    Jacyra Silva com Norah Fontes em Antônio Maria

    Jacyra Silva com Norah Fontes e Ana Maria Dias em Antônio Maria

    Jacyra Silva com os colegas de Antônio Maria

    Jacyra Silva com os colegas de Antônio Maria

    Jacyra Silva com Marcos Plonka em Antônio Maria

    Jacyra Silva com Néa Simões e Marcos PLonka em Antônio Maria

    Jacyra Silva com Sérgio Cardoso em A Cabana do Pai Tomás (TV Globo, 1969), novela de Hedy Maia

    Jacyra Silva com Sérgio Cardoso, Gésio Amadeu e o menino Odair Toledo em A Cabana do Pai Tomás

    Jacyra Silva com Sérgio Cardoso em A Cabana do Pai Tomás

    Jacyra Silva com Paulo Gracindo em Bandeira 2 (TV Globo, 1971), novela de Dias Gomes

    Jacyra Silva com Grande Otelo em Bandeira 2 

    Jacyra Silva com Tônia Carrero em Uma Rosa Com Amor (TV Globo, 1972), novela de Vicente Sesso

    Jacyra Silva com Tônia Carrero em Uma Rosa Com Amor

    Jacyra Silva com Tônia Carrero e Paulo Goulart em Uma Rosa Com Amor

    Jacyra Silva com Marcos Paulo e Tônia Carrero em Uma Rosa Com Amor
    Jacyra Silva com Marcos Paulo e Tônia Carrero em Uma Rosa Com Amor

    Jacyra Silva com Marcos Paulo em Uma Rosa Com Amor

    Jacyra Silva com Leonardo Villar em Uma Rosa Com Amor

    Jacyra Silva com Marcos Paulo em Uma Rosa Com Amor

    Jacyra Silva com Flávio Migliaccio em Corrida do Ouro (TV Globo, 1974), novela de Lauro César Muniz e Gilberto Braga

    Jacyra Silva com Chico Anysio no programa Azambuja & Cia (TV Globo, 1973)

    Jacyra Silva com Eva Todor e Reinaldo Gonzaga na peça Chiquinha Gonzaga

    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores), Cartaz (Rio Gráfica e Editora SA), Intervalo (Editora Abril), O Cruzeiro, Jornais Diário de São Paulo, Folha de São Paulo, Imprensa Oficial, Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 



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    Françoise Forton e Herval Rossano em Fogo Sobre Terra (TV Globo, 1974), novela de Janete Clair

    Françoise Forton e Herval Rossano em Fogo Sobre Terra

    Françoise Forton e Francisco Cuoco em Cuca Legal (TV Globo, 1974), novela de Marcos Rey

    Françoise Forton com Francisco Cuoco e Mário Petráglia em Cuca Legal

    Françoise Forton e Francisco Cuoco em Cuca Legal


    Françoise Forton e Francisco Cuoco em Cuca Legal
    Françoise Forton e Francisco Cuoco em Cuca Legal

    Françoise Forton e Luiz Armando Queiroz em Cuca Legal

    Françoise Forton e Francisco Cuoco em Cuca Legal

    Yoná Magalhães, Suely Franco, Francisco Cuoco e Françoise Forton em Cuca Legal

    Françoise Forton com Luiz Armando Queroz e Rosamaria Murtinho em Cuca Legal

    Françoise Forton e Francisco Cuoco em Cuca Legal

    Françoise Forton em Cuca Legal

    Françoise Forton em Cuca Legal


    Françoise Forton com Rosamaria Murtinho em Cuca Legal

    Françoise Forton com Rosamaria Murtinho e Herval Rossano em Cuca Legal

    Françoise Forton com Rosamaria Murtinho em Cuca Legal

    Françoise Forton e Francisco Cuoco em Cuca Legal

    Françoise Forton com Francisco Cuoco, Yoná Magalhães e Suely Franco em Cuca Legal

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito (TV Globo, 1975/76), novela de Jorge Andrade

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e João Paulo Adour em O Grito

    Françoise Forton e Guto Franco em O Grito


    Françoise Forton com Walmor Chagas e Isabel Ribeiro em O Grito

    Françoise Forton com Mário Gomes e Mauro Mendonça em O Remate (TV Globo, 1975), Caso Especial de Leilah Assumpção
    Françoise Forton com Ricardo Blat em Estúpido Cupido (TV Globo, 1976), Novela de Mário Prata

    Françoise Forton e Ricardo Blat em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ney Latorraca em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ricardo Blat em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ricardo Blat, Djenane Machado, João Carlos Barroso, Ney Latorraca e Heloísa Raso em Estúpido Cupido

    Françoise Forton em Estúpido Cupido

     
    Françoise Forton com Ricardo Blat em Estúpido Cupido

    Françoise Forton em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Maria Della Costa em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ricardo Blat em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ricardo Blat em Estúpido Cupido

    Françoise Forton em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Sônia de Paula e Heloísa Raso em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ney Latorraca em Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Leonardo Villar e Maria Della Costa em Estúpido Cupido

    Françoise Forton  em Estúpido Cupido

    Françoise Forton  em Estúpido Cupido
    Françoise Forton em Sabor de Mel (TV Bandeirantes, 1983), Novela de Jorge Andrade
    Françoise Forton com Guilherme Leme em Bebê a Bordo (TV Globo, 1988), Novela de Carlos Lombardi

    Françoise Forton com Marcos Paulo em Meu Bem, Meu Mal (TV Globo, 1991), Novela de Cassiano Gabus Mendes

    Françoise Forton com Marcos Paulo em Meu Bem, Meu Mal

    Françoise Forton em Meu Bem, Meu Mal
    Françoise Forton com Tato Gabus Mendes em Perigosas Peruas (TV Globo, 1992), Novela de Carlos Lombardi

    Françoise Forton em Sonho Meu (TV Globo, 1994), Novela de Walter Negrão

    Françoise Forton com Edson Celulari e Maria Luiza Mendonça em Esplode Coração (TV Globo, 1996), Novela de Glória Perez

    Françoise Forton com Ricardo Petráglia em Por Amor (TV Globo, 1998), Novela de Manoel Carlos

    Françoise Forton com Viviane Pasmanter em Por Amor

    Françoise Forton em Por Amor
     
    Françoise Forton em Por Amor
    Françoise Forton com Stepan Nercessian no filme MarceloZona Sul (1970)

    Françoise Forton com Rubens de Falco no filme O Sósia da Morte (1976)

    Françoise Forton com Milton Moraes, Carlos Eduardo Dolabella e Leila Cravo numa fotonovela da revista Sétimo Céu

    Françoise Forton com Milton Moraes numa fotonovela da revista Sétimo Céu



    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores), Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 


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    Françoise Forton Viotti  nasceu no Rio de Janeiro em  8 de julho de 1957. Descendente de franceses, morou em Brasília dos 5 aos 17 anos. Foi lá que iniciou sua carreira artística, aos 8 anos de idade, estudando na Escola de Teatro Dulcina de Moraes  e atuando em dezenas de espetáculos do Grupo Teatro Equipe de Brasília (TEB). 

     Seu primeiro sucesso foi no cinema, ainda menina, aos 13 anos, no filme Marcelo Zona Sul, em 1970. Em 1974, após algumas participações em programas da linha de shows, estreou em novelas da TV Globo, interpretando um pequeno papel na novela Fogo Sobre Terra. Sua personagem tinha um nome estranho: Estrada de Ferro.  Ao longo da história seu papel sofreu um considerável aumento de importância, garantindo-lhe um papel de destaque em Cuca Legal, onde interpretou Virgínia, a noiva rica do aviador Mário Barroso, interpretado por Francisco Cuoco, o maior galã da época. Na história, ela disputava o coração do galã com duas outras estrelas: Suely Franco, como Irene, a noiva classe média e Yoná Magalhães como Fátima, a noiva pobre.  Sua novela seguinte foi O Grito, escrita por Jorge Andrade, que contava com um grande elenco. Em seguida, em 1976, interpretou aquele que foi seu maior sucesso na televisão, a Maria Teresa, uma menina de interior que sonhava ser Miss Brasil na novela Estúpido Cupido, de Mário Prata.  

    Após esse imenso sucesso, afastou-se das novelas por sete anos, só voltando em 1983, atuando em Sabor de Mel, também de Jorge Andrade, na TV Bandeirantes. Após mais um período de afastamento, voltou à TV Globo em 1988 na novela Bebê a Bordo.  Atuou na emissora até 2003, marcando presença em mais de 15 produções, nem sempre em papéis de sucesso. Destacam-se dessa fase, suas atuações nas novelas Perigosas Peruas (1992), Sonho Meu (1993), Explode Coração (1995) e Por Amor (1997). Em seguida, a partir de 2004 até 2012, integrou o cast do SBT  e da TV Record, retornando à TV Globo em 2013 num pequeno papel na novela Amor à Vida.  

    Paralelamente à televisão, Françoise Forton atuou em peças de teatro e filmes.  É formada em ballet clássico, estudou música e cursou, na Royal Academy of Dance de Londres, o Teacher Trainer, especializando-se em aulas de ballet a alunos especiais. Estudou ainda canto lírico e canto popular. Em 2003, formou-se em Direção de Cinema e TV e dirigiu dois curtas: Estação das Flores e Crepúsculo de Odin.


    Nos últimos anos Françoise Forton tem se aventurado em espetáculos musicais, entre eles, Nós Sempre Teremos Paris e Estúpido Cupido.

    Françoise Forton

    Françoise Forton

    Françoise Forton

    Françoise Forton

    Françoise Forton

    Françoise Forton

    Françoise Forton

    Françoise Forton



    Françoise Forton

    Françoise Forton
    Françoise Forton

    Françoise Forton

    Françoise Forton com Herval Rossano, rápido namoro quando atuavam em Fogo Sobre Terra

    Françoise Forton com Herval Rossano

    Françoise Forton - novela Cuca Legal

    Françoise Forton e Francisco Cuoco - novela Cuca Legal

    Françoise Forton e Francisco Cuoco - novela Cuca Legal

    Françoise Forton com Francisco Cuoco, Yoná Magalhães e Suely Franco - novela Cuca Legal

    Françoise Forton e Ricardo Blat - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton e Ricardo Blat - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ricardo Blat e Luiz Armando Queiroz - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton e Ney Latorraca - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton com Ricardo Blat e Nuno Leal Maia - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton e Ricardo Blat - novela Estúpido Cupido

    Françoise Forton e Marcos Paulo - novela Meu Bem, Meu Mal

    Françoise Forton 

    Françoise Forton 

    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 


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    Paulo César Grande nasceu em Rinópolis (SP) no dia 11 de fevereiro de 1958.
    Em 1980, o estudante de engenharia Industrial e jogador profissional de vôlei, também modelo fotográfico nas horas vagas, leu na república de estudantes onde morava, em São Bernardo do Campo, um inusitado anúncio publicado num jornal paulista procurando um ator para uma peça de teatro dirigida por Roberto Vignati, que atendesse a seguinte descrição: “ator louro, atlético, olhos azuis, 1,85 m de altura e bem dotado sexualmente”. Exceto por não ser ator, todos os demais requisitos eram preenchidos pelo rapaz. Incentivado pelos colegas, resolveu arriscar. E assim, sem qualquer formação de ator, ele estreou como um michê na peça Bent, de Martin Sherman, grande sucesso da Broadway, que retratava o drama dos homossexuais na Alemanha nazista. A versão brasileira da peça fez enorme sucesso e recebeu vários prêmios. Entre os comentários sobre a mesma, ninguém deixou de observar a cena em que o jovem ator aparecia em nú frontal.

    Do teatro para a televisão foi um pulo, estreando num papel de destaque, como filho da personagem de Beatriz Segall na novela Ninho da Serpente, de Jorge Andrade, na TV Bandeirantes em 1982. Na emissora paulista ele ainda participou da novela O Campeão.

    Em 1983 foi contratado pela TV Globo, onde estreou na novela Guerra dos Sexos, grande sucesso de Silvio de Abreu.  Não parou mais, atuando em mais de 20 novelas da emissora, entre elas, sucessos como Cambalacho, Brega e Chique, Tieta, Que Rei Sou Eu?, Barriga de Aluguel, Deus nos Acuda, Quatro por Quatro e Por Amor. Ficou na emissora carioca até 2011, quando se transferiu para a TV Record.  

    Além da televisão, atuou também no cinema e no teatro em diversos trabalhos.
    É casado com a atriz Claudia Mauro com quem tem 2 filhos.

    Aqui um pouco da sua trajetória.


    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande


    Paulo César Grande
    Paulo César Grande
    Paulo César Grande

    Paulo César Grande

    Paulo César Grande


    Paulo César Grande
    Paulo César Grande como modelo fotográfico em 1981

    Paulo César Grande como modelo fotográfico em 1981

    Paulo César Grande como modelo fotográfico em 1981
    Paulo César Grande (de vermelho) no filme Os Bons Tempos Voltaram

    Paulo César Grande (à dir.) no filme Os Bons Tempos Voltaram

    Paulo César Grande no programa da peça Bent (1980)

    Paulo César Grande com Edwin Luisi na peça Tango, Bolero e Tcha-tcha-tcha
    Paulo César Grande desfilando no carnaval do Rio

    Paulo César Grande no carnaval do Rio
    Paulo César Grande no carnaval 
    Paulo César Grande no Programa do Chacrinha

    Paulo César Grande no Programa do Chacrinha


    Paulo César Grande com Maitê Proença e Edson Celulari no filme Brasa Adormecida

    Paulo César Grande com Edson Celulari no filme Brasa Adormecida

    Paulo César Grande com Maitê Proença e Edson Celulari no filme Brasa Adormecida

    Paulo César Grande com Selma Egrei em Ninho da Serpente (TV Bandeirantes, 1982), novela de Jorge Andrade

    Paulo César Grande com Selma Egrei em Ninho da Serpente

    Paulo César Grande com Selma Egrei em Ninho da Serpente

    Paulo César Grande com Selma Egrei em Ninho da Serpente

    Paulo César Grande com Beatriz Segall em Ninho da Serpente

    Paulo César Grande com Alexandre Raymundo em Ninho da Serpente

    Paulo César Grande, se destacando entre os astros de Ninho da Serpente

    Paulo César Grande com Tereza Sodré e Cristina Pereira em Guerra dos Sexos (TV Globo, 1983), novela de Silvio de Abreu

    Paulo César Grande com Tereza Sodré em Guerra dos Sexos

    Paulo César Grande com Tereza Sodré em Guerra dos Sexos

    Paulo César Grande com Tereza Sodré em Guerra dos Sexos
    Paulo César Grande com Vera Gimenez e Milton Moraes em Amor com Amor se Paga (TV Globo, 1984), novela de Ivani Ribeiro

    Paulo César Grande com Maurício Mattar e Emiliano Queiroz em Cambalacho (TV Globo, 1986), novela de Silvio de Abreu

    Paulo César Grande com Maurício Mattar e Emiliano Queiroz em Cambalacho

    Paulo César Grande com Regina Casé em Cambalacho

    Paulo César Grande com Suzana Vieira e Cláudio Marzo em Cambalacho

    Paulo César Grande com Suzana Vieira em Cambalacho
    Paulo César Grande com Nívea Maria e Cristina Mullins em Brega e Chique (TV Globo, 1987), novela de Cassiano Gabus Mendes

    Paulo César Grande e Nívea Maria em Brega e Chique 
    Paulo César Grande com Dercy Gonçalves e Lucy Fontes em Coco, My Darling (TV Globo, 1988), teleteatro de Hedy Maia, adaptada da obra Croque Monsier, de Marcel Mithois.
     Chico Tenreiro, Felipe martins, Lucy Fontes e Paulo César Grande em Coco, My Darling 

    Paulo César Grande com Yoná Magalhaes em Tieta (TV Globo, 1989), novela de Aguinaldo Silva

    Paulo César Grande com Yoná Magalhaes em Tieta

    Paulo César Grande com Yoná Magalhaes em Tieta
    Paulo César Grande com Edson Celulari, Ítala Nandi e Cinira Camargo em Que Rei Sou Eu? (TV Globo, 1989), novela de Cassiano Gabus Mendes

    Paulo César Grande com Stênio Garcia, Edson Celulari e Marcos Breda em Que Rei Sou Eu?
    Paulo César Grande com Edson Celulari e Marcos Breda em Que Rei Sou Eu?

    Paulo César Grande com Cassia Kiss em Barriga de Aluguel (TV Globo, 1990), novela de Glória Perez

    Paulo César Grande com Cassia Kiss em Barriga de Aluguel 


    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores), Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 




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    Othon José de Almeida Bastos nasceu em Tucano (BA) no dia 23 de maio de 1933. Após a morte de seus pais, Othon foi estudar num colégio interno  no Rio de Janeiro. Foi lá que, após ser reprovado num teste para ser aviador, começou sua carreira, ao integrar o grupo teatral mantido por Paschoal Carlos Magno, o Duse, estreando como ator em  1951. Em 1956, graças a uma bolsa de estudos, foi estudar teatro, por um ano e meio, na Webber Douglas School  em Londres. Na volta, foi contratado pela  TV Tupi do Rio atuando em teleteatros e em seguida voltou à Bahia para integrar o Teatro da Universidade da Bahia.

    Estreou  no cinema em 1962, atuando nos filmes  O Pagador de Promessas (dir. Anselmo Duarte), Tocaia no Asfalto (dir. Roberto Pires) e Sol Sobre a Lama (dir. Alex Viany). Em 1964 substituiu o ator Adriano Lisboa no eletrizante papel de Corisco em Deus e o Diabo na Terra do Sol sob a direção do amigo Glauber Rocha, com quem trabalhou também em  O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1969). Ao todo, atuou em mais de 80 filmes, com destaque para Capitu(Dir. Paulo César Saraceni, 1967), Os Deuses e os Mortos (Dir. Ruy Guerra, 1970, prêmio de melhor ator no Festival de Brasília e no Festival de Berlim), São Bernardo (dir. Leon Hirszman, 1973, prêmio de melhor ator no Festival de Gramado e Air France de Cinema), Mauá: o Imperador e o Rei (Sérgio Resende), Central do Brasil (Walter Salles) e  Bicho de Sete Cabeças (Laís Bodanzky).

    No teatro, atuou em dezenas de peças, entre elas, As Três Irmãs (AntonTchekhov), Um Bonde Chamado Desejo (Tennessee Williams), O Auto da Compadecida (Ariano Suassuna),  Castro Alves Pede Passagem ( Gianfrancesco Guarnieri), Galileu Galilei (Bertolt Brecht),  Na Selva das Cidades (Bertolt Brecht), Murro em Ponta de Faca (Augusto Boal), Calabar – O Elogio da Traição (Chico Buarque e Ruy Guerra), Ponto de Partida(Gianfrancesco Guarnieri), Mortos Sem Sepultura (Jean Paul Sartre),  O Jardim das Cerejeiras (AntonTchekov),  Dueto Para Um Só (Tom Kempinski) e O Manifesto (Brian Clark). Na década de 1980, junto com sua mulher, a atriz  Martha Overbeck, montou sua própria companhia de teatro, produzindo peças de carregado conteúdo político.

    Na televisão Othon Bastos é um dos mais ativos atores, tendo participado de mais de 80 produções, entre novelas, séries, minisséries, teleteatros e programa diversos. Entre seus trabalhos mais marcantes estão as novelas Aritana(TV Tupi, 1978), Os Imigrantes (TV Bandeirantes, 1981), Roque Santeiro(TV Globo, 1985), Éramos Seis (SBT, 1994) e Império (TV Globo, 2014).


    Esbanjando talento e charme, Othon Bastos é um dos maiores atores do Brasil em todos os tempos. Aqui um pouco da trajetória desse extraordinário ator. 


    Othon Bastos

    Othon Bastos

    Othon Bastos

    Othon Bastos

    Othon Bastos
    Othon Bastos

    TEATRO


    Othon Bastos com Gianfrancesco Guarnieri na peça Castro Alves Pede Passagem

    Othon Bastos com Beatriz Segall, Renato Borghi, Otavio Augusto, Fernando Peixoto, Liana Duval e Marta Overback na peça Pequenos Burgueses

    Othon Bastos com Miriam Mehler na peça Pequenos Burgueses

    Othon Bastos com Renato Borghi, Otavio na peça Na Selva das Cidades

    Othon Bastos com Osvaldo Avila e Edson Santana na peça Frei Caneca

    Othon Bastos com Marta Overback, Armando Bógus, Antônio Fagundes e Osvalfo Campozana na peça Caminho de Volta

    Othon Bastos com Armando Bógus na peça Caminho de Volta

    Othon Bastos com Antônio Fagundes na peça Caminho de Volta

    Othon Bastos com Marta Overback na peça Caminho de Volta

    Othon Bastos com Marta Overback na peça Ponto de Partida

    Othon Bastos com Marta Overback na peça Ponto de Partida

    Othon Bastos com Dina Sfat, Lélia Abramo e Marta Overback na peça Murro em Ponta de Faca

    Othon Bastos com Renato Borghi e Marta Overback produzindo a peça Calabar

    Othon Bastos (segundo à esq.) com a equipe da peça Calabar

    Othon Bastos com Renato Borghi na peça Com a Pulga Atrás da Orelha

    Othon Bastos, Eliane Giardini, Tânia Seckler e Antônio Petrin na peça Com a Pulga Atrás da Orelha

    Othon Bastos com Marta Overback na peça Dueto Para Um Só

    Othon Bastos com Marta Overback na peça Dueto Para Um Só


    CINEMA


    Othon Bastos no filme Sol Sobre a Lama

    Othon Bastos com Glória Menezes e Leonardo Villar no filme O Pagador de Promessas

    Othon Bastos com  Leonardo Villar e Glória Menezes no filme O Pagador de Promessas

    Othon Bastos com Glória Menezes e Leonardo Villar no filme O Pagador de Promessas


    Othon Bastos com Geraldo Del Rey no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol
    Othon Bastos com Yoná Magalhães no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol
    Othon Bastos com Yoná Magalhães no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos com Yoná Magalhães no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol
    Othon Bastos com Geraldo Del Rey e Sônia dos Humildes no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos com Geraldo Del Rey e Maurício do Valle no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos com Geraldo Del Rey no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos com Geraldo Del Rey no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos com Geraldo Del Rey e Sônia dos Humildes no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol

    Othon Bastos no filme Capitu

    Othon Bastos e Anabella no filme Capitu

    Othon Bastos no filme Capitu

    Othon Bastos com Anabella no filme Capitu

    Othon Bastos no filme Capitu

    Othon Bastos com Anabella no filme Capitu

    Othon Bastos com Anabella no filme Capitu

    Othon Bastos com Maurício do Valle no filme O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro

    Othon Bastos com Maurício do Valle no filme O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro

    Othon Bastos com Maurício do Valle no filme O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro

    Othon Bastos com o diretor Ruy Guerra ensaiando uma cena do filme Os Deuses e os Mortos
    Othon Bastos com Norma Benguel no filme Os Deuses e os Mortos


    Othon Bastos com Isabel Ribeiro no filme São Bernardo

    Othon Bastos com Isabel Ribeiro no filme São Bernardo

    Othon Bastos com Isabel Ribeiro no filme São Bernardo

    Othon Bastos com Isabel Ribeiro no filme São Bernardo

    Othon Bastos atuação excepcional no filme São Bernardo

    Othon Bastos no filme São Bernardo

    Othon Bastos com Célia Helena e Jofre Soares no filme O Predileto
    Othon Bastos com Ângela Leal no filme Fogo Morto

    Othon Bastos com Rafael de Carvalho e Ângela Leal no filme Fogo Morto

    Othon Bastos com Ângela Leal no filme Fogo Morto

    Othon Bastos no filme Chico Rey

    Othon Bastos com Fernanda Montenegro no filme Central do Brasil


    TELEVISÃO


    Othon Bastos com Marília Pêra, Karin Rodrigues e Walter Forster em Super Plá (TV Tupi, 1969), novela de Bráulio Pedroso

    Othon Bastos com Hélio Souto em Super Plá 

    Othon Bastos com Eva Wilma em Roda de Fogo (TV Tupi, 1978), novela de Sérgio Jockymann

    Othon Bastos com Eva Wilma em Roda de Fogo

    Othon Bastos com Eva Wilma em Roda de Fogo

    Othon Bastos com Suzana Vieira em Vestido de Noiva (TV Globo, 1979), Caso Especial

    Othon Bastos com Rubens de Falco e Altair Lima em Os Imigrantes (TV Bandeirantes, 1981), novela de Benedito Ruy Barbosa

    Othon Bastos com Rubens de Falco e Altair Lima em Os Imigrantes

    Othon Bastos com Rubens de Falco e Altair Lima em Os Imigrantes

    Othon Bastos com Rubens de Falco e Altair Lima em Os Imigrantes

    Othon Bastos com Yoná Magalhães em Roque Santeiro (TV Globo, 1985), novela de Dias Gomes e Aguinaldo Silva

    Othon Bastos com Yoná Magalhães em Roque Santeiro 

    Othon Bastos com Yoná Magalhães em Roque Santeiro 

    Othon Bastos com Yoná Magalhães em Roque Santeiro 

    Othon Bastos com Yoná Magalhães em Roque Santeiro 

    Othon Bastos com Cassia Kiss e Yoná Magalhães em Roque Santeiro 

    Othon Bastos com Cassia Kiss e Yoná Magalhães em Roque Santeiro

    Othon Bastos com Yoná Magalhães e Cassia Kiss em Roque Santeiro

    José Wilker, Regina Duarte, Yoná Magalhães e Othon Bastos numa cena de Roque Santeiro

    Othon Bastos e Yoná Magalhães em Roque Santeiro

    Othon Bastos com Cassia Kiss e Yoná Magalhães em Roque Santeiro

    Othon Bastos com Yoná Magalhães em Roque Santeiro

    Othon Bastos e Yoná Magalhães em Roque Santeiro

    Othon Bastos e Cassia Kiss em Roque Santeiro

    Othon Bastos em Roque Santeiro

    Othon Bastos com Elizangela em Tudo Ou Nada  (TV Manchete, 1986/87), novela de José Antônio de Souza

    Othon Bastos com Vanda Lacerda em Tudo Ou Nada

    Othon Bastos com Vanda Lacerda e Edwin Luisi em Tudo Ou Nada

    Othon Bastos com Marcos Breda em Helena (TV Manchete, 1987), novela de Mário Prata, adaptada do romance homônimo de machado de Assis

    Othon Bastos com Castro Gonzaga em Pacto de Sangue (TV Globo, 1989), novela de Regina Braga e Sérgio Marques

    Othon Bastos com Eduardo Galvão e Paulo Gorgulho em Despedida de Solteiro (TV Globo, 1992), novela de Walter Negrão

    Othon Bastos com Irene Ravache em Éramos Seis (SBT, 1994), novela de Silvio de Abreu e Rubens Ewald Filho

    Othon Bastos com Irene Ravache em Éramos Seis 

    Othon Bastos com Tarcísio Filho, Luciana Braga, Jandir Ferrari, Leonardo Bricio e Irene Ravache em Éramos Seis 

    Othon Bastos com Tarcísio Filho, Luciana Braga, Jandir Ferrari, Leonardo Bricio e Irene Ravache em Éramos Seis 

    Othon Bastos com Tarcísio Filho, Luciana Braga, Jandir Ferrari, Leonardo Bricio e Irene Ravache em Éramos Seis 

    Othon Bastos com Clarice Abujanra e Ana Paula Arósio em Os Ossos do Barão  (SBT, 1997), novela de Walter George Durst, baseada na obra de Jorge Andrade 

    Othon Bastos com a amiga Yoná Magalhães quando atuavam na TV Bandeirantes nos anos 1980



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    Rômulo Duncan Arantes Junior nasceu no Rio de Janeiro em  12 de junho de 1957.  
    Antes de se tornar ator, Rômulo Arantes foi atleta profissional em natação, tendo participado de diversos campeonatos, incluindo  três Jogos Olímpicos: Munique (1972), Montreal  (1976) e   Moscou (1980). Foi o primeiro medalhista brasileiro em Mundiais, tendo conquistado a medalha de bronze na prova dos 100 metros costas no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de Berlim em 1978. Em 1979 foi medalha de prata na prova dos 100 metros costas nos Jogos Pan-Americanos e medalha de bronze no revezamento 4x100m livres.

    Sua carreira artística começou em 1981, interpretando um professor de natação na novela Brilhante. Seguiram-se outros trabalhos em novelas e filmes, firmando-se como um dos mais badalados galãs globais dos anos 1980.

    Formado em Administração, além de ator e nadador, foi também  técnico de natação e comentarista esportivo.

    Rômulo Arantes morreu em Maripá de Minas (MG) no dia  10 de junho de 2000, aos 43 anos de idade, vítima de um acidente de  ultraleve em sua fazenda, privando sua família de seu ente amado e o público de um astro íntegro e querido.

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes


    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes no carnaval

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes

    Rômulo Arantes
    Rômulo Arantes com os filhos pequenos
    Rômulo Arantes com os filhos pequenos

    Rômulo Arantes com Louise Cardoso no filme Leila Diniz

    Rômulo Arantes com Louise Cardoso no filme Leila Diniz

    Rômulo Arantes com Louise Cardoso no filme Leila Diniz

    Rômulo Arantes com Monica Torres numa fotonovela

    Rômulo Arantes com Cláudia Ohana na peça Os 7 Gatinhos

    Rômulo Arantes na revista Nado Livre

    Rômulo Arantes com Kadu Moliterno em Brilhante (TV Globo, 1981), novela de Gilberto Braga

    Rômulo Arantes com Nadia Lippi e Kadu Moliterno em Brilhante 

    Rômulo Arantes com Nadia Lippi e Kadu Moliterno em Brilhante

    Rômulo Arantes com Kadu Moliterno em Brilhante 

    Rômulo Arantes com Kadu Moliterno em Brilhante 

    Rômulo Arantes com Nadia Lippi e Kadu Moliterno em Brilhante

    Rômulo Arantes com Nadia Lippi e Kadu Moliterno em Brilhante

    Rômulo Arantes com Renato Pedrosa e Rosita Tomaz Lopes em Brilhante

    Rômulo Arantes com Dênis Carvalho, Renata Sorrah e Neuza Caribé em Brilhante

    Rômulo Arantes com Milton Gonçalves em O Sonho Olímpico (TV Globo, 1982), Caso Verdade escrito por Antônio Carlos Fontoura, baseado na vida do ator

    Rômulo Arantes com Priscila Camargo em Direito de Amar (TV Globo, 1987), novela de Walter Negrão

    Rômulo Arantes em Direito de Amar
    Rômulo Arantes com João Carlos Barroso em Direito de Amar 

    Rômulo Arantes com Alexandre Frota em Sassaricando (TV Globo, 1987), novela de Silvio de Abreu

    Rômulo Arantes com Alexandre Frota em Sassaricando

    Rômulo Arantes com Alexandre Frota em Sassaricando

    Rômulo Arantes com Angelina Muniz em Sassaricando

    Rômulo Arantes com Andreia Richa em Pantanal (TV Manchete, 1990), novela de Benedito Ruy Barbosa
    Rômulo Arantes com Herson Capri em Riacho Doce (TV Globo, 1990), minissérie de Aguinaldo Silva

    Rômulo Arantes em Riacho Doce 

    Rômulo Arantes com Bianca Byington em Perigosas Peruas (TV Globo, 1992), novela de Carlos Lombardi

    Rômulo Arantes com Silvia Pheifer em Perigosas Peruas 

    Rômulo Arantes com Ilya São Paulo e Gerson Brenner em Perigosas Peruas 

    Rômulo Arantes com Luana Piovani e Carolina Dieckman em Sex Appeal (TV Globo, 1993), minissérie de Antonio Calmon

    Rômulo Arantes com Danielle Vinits em Sex Appeal

    Rômulo Arantes, Betty Lago e Dênis Carvalho em Sex Appeal

    Rômulo Arantes, Betty Lago e Dênis Carvalho em Sex Appeal

    Rômulo Arantes em Vira Lata (TV Globo, 1996), novela de Carlos Lombardi 
    Rômulo Arantes em Vira Lata 



     Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores),  Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), Blog Fernando Machado, site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), site Banco de Conteudos Culturais (www.bcc.org.br),  sites diversos da Internet









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    Wanda Nerine Luizi, em artes Wanda Kosmo,  nasceu em São Bento do Sapucaí, MG, no dia 5 de Julho de 1930. Filha de um construtor autodidata italiano e de uma comerciante, dona Angelina de Franco, Wanda foi morar no Rio de Janeiro devido a uma doença respiratória da mãe que necessitava morar numa cidade de clima menos frio.

    No Rio, Wanda conheceu, em 1953, Olavo de Barros, um dos diretores da TV Tupi-Rio. Sabendo de um concurso para escolha de roteiros para teleteatros ela inscreveu uma peça e foi aprovada. Começava então sua carreira como escritora, que mais tarde seria aprimorada. Nesses primeiros tempos de carreira ela também conheceu o ator José Luiz Pinho, com quem se casou e teve seus dois filhos.

    No teatro Wanda participou das Cias de Henriette Morineau e Alda Garrido, com quem ela e o marido viajaram para Portugal onde trabalharam durante um ano.  Na volta ao Brasil, foram para São Paulo atuar no TBC e em seguida ingressaram a Cia de Maria Della Costa, atuando em O Canto da Cotovia, Mirandolina e A Moratória, entre outras.  Posteriormente passaram para a Cia de Nydia Lícia e Sérgio Cardoso, de quem era grande amiga e admiradora. Foi por influência de Wanda que Cassiano Gabus Mendes contratou Sérgio Cardoso para atuar em telenovelas. Anos mais tarde seria Sérgio a levá-la para a TV Globo.

    Paralelamente ao teatro, participava frequentemente de teleteatros na TV Tupi, mas sem contrato e sempre pedia uma chance para dirigir. Depois de muita insistência, recebeu o sinal verde de Cassiano Gabus Mendes e ingressou com tudo na televisão, escrevendo, dirigindo, produzindo e atuando em dezenas de teleteatros e telenovelas.

    No início dos anos 1970 Wanda Kosmo foi trabalhar na TV Globo, mas não se adaptando ao calor carioca e receosa de que os filhos se transformassem em garotos de praia, voltou para São Paulo, atuando em vários espetáculos teatrais entre eles Assunta do 21, Coragem Meu Bem Coragem e Can Can.

    Em 1977 voltou à televisão atuando em O Espantalho,  novela de Ivani Ribeiro para a TVS e Cara a Cara, de Vicente Sesso para a TV Bandeirantes em 1979. Em 1984 voltou à TV Globo para mais um ciclo de telenovelas, atuando em Amor Com Amor Se Paga, Roque Santeiro e O Outro.


    A morte do filho mais velho num acidente de carro deixou marcas profundas na grande dama da televisão e desde então ela se afastou gradativamente da vida artística.


    Ousada, destemida, realizadora e com um tanto de loucura como impulso, Wanda Kosmo foi uma das maiores profissionais da televisão brasileira de todos os tempos, dessas que fazem a diferença. Morreu no Rio de Janeiro no dia 27 de Janeiro de 2007, aos 76 anos de idade. 


    Wanda Kosmo

    Wanda Kosmo

    Wanda Kosmo

    Wanda Kosmo


    Wanda Kosmo

    Wanda Kosmo

    Wanda Kosmo

    Wanda Kosmo com Maria Della Costa e Fernanda Montenegro na peça Mirandolina, de Goldoni

    Wanda Kosmo com Sérgio Cardoso e Nydia Licia na peça A Raposa e as Uvas, de Guilherme Figueiredo

    Wanda Kosmo com Sérgio Cardoso na peça Três Anjos sem Asas, de Albert Husson

    Wanda Kosmo com Paulo Castelli na peça Can Can, de Rhodes Bonfim

    Wanda Kosmo com Stella Freitas, Yoná Magalhães e Tuca Andrada na peça Com Minha Mãe Estarei, de Vicente Pereira

    Wanda Kosmo com Stella Freitas, Yoná Magalhães e Tuca Andrada na peça Com Minha Mãe Estarei

    Wanda Kosmo no filme Porta do Céu

    Wanda Kosmo com José Mojica Marins no filme Exorcismo Negro
    Wanda Kosmo no filme Exorcismo Negro

    Wanda Kosmo e Jofre Soares no filme Exorcismo Negro

    Wanda Kosmo no filme Exorcismo Negro

    Wanda Kosmo com Tony Vieira no filme Sob o Domínio do Sexo

    Wanda Kosmo no filme Motel, o Refúgio do Amor

    Wanda Kosmo no filme Motel, o Refúgio do Amor

    Wanda Kosmo com Agildo Ribeiro no filme O Sexualista

    Wanda Kosmo no Cartaz do filme Excitação Diabólica

    Wanda Kosmo com Fernanda Montenegro e Ítalo Rossi no Grande Teatro Tupi

    Wanda Kosmo e Ítalo Rossi no Grande Teatro Tupi

    Wanda Kosmo com Rita Cleós, Patricia Mayo e Débora Duarte em O Pecado de Cada Um (TV Tupi, 1966), novela de Wanda Kosmo

    Patricia Mayo, Débora Duarte, Rita Cleós, Francisco Cuoco, Luis Gustavo, Xisto Guzzi , Sônia Oiticica e Wanda Kosmo  em O Pecado de Cada Um (TV Tupi, 1966), novela de Wanda Kosmo

    Wanda Kosmo com Geórgia Gomide em Estrelas no Chão (TV Tupi, 1967), novela de Lauro César Muniz

    Wanda Kosmo com Felipe Carone e Sérgio Cardoso em Pigmalião 70 (TV Globo, 1970), novela de Vicente Sesso
    Wanda Kosmo em O Espantalho (TVS, 1977), novela de Ivani Ribeiro
    Wanda Kosmo com Fúlvio Stefanini em Cara a Cara (TV Bandeirantes, 1979), novela de Vicente Sesso


    Wanda Kosmo com Fúlvio Stefanini em Cara a Cara

    Wanda Kosmo com Armando Bógus em Roque Santeiro (TV Globo, 1985), novela de Dias Gomes e Aguinaldo Silva

    Wanda Kosmo em Roque Santeiro 

    Wanda Kosmo em Roque Santeiro 

    Wanda Kosmo em Roque Santeiro 

    Wanda Kosmo com Lutero Luiz em O Outro (TV Globo, 1987), novela de Aguinaldo Silva



    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Cartaz (Rio Gráfica e Editora SA), Intervalo (Editora Abril), Imprensa Oficial, Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo),  site Banco de Conteudos Culturais (www.bcc.org.br), sites diversos da Internet


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    Liza Vieira nasceu em São Paulo no dia  18 de setembro de 1949.

    Começou sua carreira fazendo teatro amador e em 1972 estreou na  TV Tupi de São Paulo na novela Camomila e Bem-Me-Quer, de Ivani Ribeiro. Seguiram-se duas outras novelas da autora: Mulheres de Areia (1973) e O Machão (1974). Ficou na emissora paulista até 1978. Com o falência da TV Tupi, transferiu-se para a TV Globo, estreando em A Sucessora, novela escrita por Manoel Carlos, baseada no romance de Carolina Nabuco. 

    Permaneceu na emissora carioca por 10 anos, sempre fazendo papéis de moças ingênuas, bem de acordo com seu biotipo. Depois de sua saída da TV Globo, atuou em novelas do SBT e da TV Record, mas sem o destaque de outrora.

    No cinema atuou em diversos filmes com temática erótica, estreando em Pensionato de Mulheres (1974, direção de Clery Cunha). Outros destaques foram os filmes  Contos Eróticos, no episódio "O Arremate" ao lado de Lima Duarte e A Noite dos Duros, sob a direção de seu então marido Adriano Stuart.  

    Além da televisão e cinema, Liza Vieira também contabiliza em seu currículo, espetáculos teatrais, fotonovelas, programas humorísticos e programas de televendas.


    Aqui um pouco se sua trajetória

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira e Fusto Rocha

    Liza Vieira e John Herbert

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira

    Liza Vieira com Sonia Clara e Eva Todor
    Tereza Sodré, Edgar Franco, Liza Vieira, Luiz Carlos de Morais e Nadir Fernandes

    Liza Vieira

    Liza Vieira com Liana Duval e Silvana Lopes no filme Pensionato de Mulheres (1974)

    Liza Vieira com Liana Duval no filme Pensionato de Mulheres 

    Liza Vieira com Francisco di Franco no filme O Super Manso (1974)

    Liza Vieira com Lima Duarte no filme Contos Eróticos (1977)
    Liza Vieira com Lima Duarte no filme Contos Eróticos

    Liza Vieira com Lima Duarte no filme Contos Eróticos 


    Liza Vieira com Aldine Miller no filme Paixão e Sombras (1977)

    Liza Vieira com Aldine Miller no filme Paixão e Sombras 

    Liza Vieira no filme As Amantes de Um Homem Proibido (1978)

    Liza Vieira no filme As Amantes de Um Homem Proibido 
    Liza Vieira no filme A Noite dos Duros (1978)

    Liza Vieira no filme O Inseto do Amor (1980)


    Liza Vieira com Mário Cardoso numa fotonovela da revista Sétimo Céu

    Liza Vieira com Mário Cardoso numa fotonovela da revista Sétimo Céu

    Liza Vieira com Mário Cardoso numa fotonovela da revista Sétimo Céu

    Liza Vieira com Mário Cardoso numa fotonovela da revista Sétimo Céu

    Liza Vieira com Paulo Ramos numa fotonovela da revista Amiga

    Liza Vieira com o elenco de Camomila e Bem-me-Quer (TV Tupi, 1972), novela de Ivani Ribeiro

    Liza Vieira com o elenco de Mulheres de Areia (TV Tupi, 1973), novela de Ivani Ribeiro

    Liza Vieira com Flávio Galvão em  O Machão (TV Tupi, 1974), novela de Ivani Ribeiro e Sérgio Jockymann

    Liza Vieira com Jacques Lagoa em  O Machão 

    Liza Vieira com Flávio Galvão em  O Machão 

    Tereza Sodré, Maria Izabel de Lizandra, Rogério Márcico, Marcos Plonka, Etty Fraser, Roberto Bolant e Liza Vieira em O Machão

    Liza Vieira com Antônio Fagundes e Maria Izabel de Lizandra no lançamento de O Machão

    Liza Vieira com Etty Fraser e Elias Gleizer em O Machão

    Tereza Sodré, Liana Duval, Elias Gleizer, Liza Vieira, Etty Fraser e Clenira Michel em O Machão

    Liza Vieira com Odair Toledo em  O Machão

    Liza Vieira com Elias Gleizer em  O Machão

    Liza Vieira com Flávio Galvão em  O Machão

    Liza Vieira com Jacques Lagoa em  O Machão

    Liza Vieira com Riva Nimitz em  O Machão

    Liza Vieira com Rogério Márcico em  O Machão

    Liza Vieira com Marcelo Coutinho, Dionisio de Azevedo e Douglas Mazolla em  O Velho, o Menino e o Burro (TV Tupi, 1975), novela de Carmem Lídia

    Liza Vieira com Nádia Lippi, Carlos Zara e Glauce Graieb em Um Dia, O Amor (TV Tupi, 1975/76), novela de Teixeira Filho

    Liza Vieira com Nádia Lippi e Glauce Graieb em Um Dia, O Amor

    Liza Vieira com Nádia Lippi e Glauce Graieb em Um Dia, O Amor

    Glauce Graieb, Liza Vieira, Carlos Zara e Nádia Lippi em Um Dia, O Amor

    Liza Vieira com Glauce Graieb e Nádia Lippi em Um Dia, O Amor

    Liza Vieira com Edgar Franco e Glauce Graieb em Um Dia, O Amor

    Liza Vieira com Lélia Abramo em Um Dia, O Amor

    Liza Vieira com Glauce Graieb e Nádia Lippi em Um Dia, O Amor

    Liza Vieira com Mário Cardoso em A Sucessora (TV Globo, 1978/79), novela de Manoel Carlos

    Liza Vieira com Mário Cardoso em A Sucessora

    Liza Vieira com Mário Cardoso em A Sucessora

    Liza Vieira com Paulo Figueiredo em A Sucessora

    Liza Vieira com Ronald Golias em Super Bronco (TV Globo, 1979), programa de humor, escrito por Carlos Alberto de Nóbrega


     Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA),  Jornais Diário de São Paulo, Folha de São Paulo, Imprensa Oficial, Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo),  site Banco de Conteudos Culturais (www.bcc.org.br)  e sites diversos da Internet




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    Senor Abravanel, em artes  Silvio Santos, nasceu  no dia 12 de dezembro de 1930,  no Rio de Janeiro. Filho do grego Albert Abravanel e da turca Rebeca Caro, Silvio Santos teve 5 irmãos e em dois casamentos teve 5 filhas e adotou uma outra. Formado em contabilidade, desde muito jovem demonstrou ter tino para negócios.  Sua carreira começou como locutor de rádio, mas foi na televisão, na antiga TV Paulista que ele se projetou nacionalmente num programa chamado Vamos Brincar de Forca, estreado em 1962.

    Com a compra da TV Paulista pela TV Globo em 1964, Silvio Santos passou a apresentar o Programa Silvio Santos, que durante anos  foi líder isolado de audiência nas tardes de domingo da emissora. Paralelamente à sua carreira de apresentador, Silvio Santos adquiriu e expandiu o Baú de Felicidade, um consórcio de prêmios, com o qual fez fortuna.

    Como seu programa era independente e ele podia negociar livremente com anunciantes, os diretores da emissora passaram a lhe impor dificuldades. Transferiu-se então, em 1976, para a TV Tupi, garantindo a transmissão de seu programa em rede nacional. Com a falência da Tupi, levou seu programa para a TV Record em 1980, chegando a ser sócio na emissora. Mas para um homem de decisões, que nasceu para ser dono do próprio destino, essa parceria também não prosperou.

    No momento em que as grandes  emissoras de televisão começavam a lhe fechar as portas, como extraordinário homem  de visão,  Silvio Santos conseguiu a concessão de um modesto canal de televisão no Rio de Janeiro, a TV Studios (TVS) e depois disso, com a compra de outras emissoras, expandiu para o Sistema Brasileiro de Televisão, o SBT.

    Ao longo de sua vida, Silvio Santos protagonizou manchetes, numa delas, em 2001, ofereceu-se como substituto de sua filha num seqüestro. O episódio, transmitido ao vivo pelas emissoras de televisão, parou o Brasil e teve até a intervenção do Governador Geraldo Alkmin nas negociações com o seqüestrador. Noutra feita, em 1989, lançou-se candidato a Presidente da República, mas teve sua candidatura cassada por estar num partido de situação irregular.

    Em 1987 teve que se afastar durante semanas do seu longevo programa para se tratar de um grave problema nas suas cordas vocais no exterior. No ano seguinte lançou-se numa ruidosa disputa com a TV Globo pelo passe do apresentador Gugu Liberatto, onde levou a melhor. Outra disputa rumorosa foi pelo passe dos autores de novelas globais, Glória Perez, Walter Negrão e Benedito Ruy Barbosa. A Globo ficou com os novelistas, mas teve que pagar uma polpuda multa ao homem do baú por quebra de contrato.

    Como homenageado no enredo da Escola de Samba Tradição em 2001, levantou o sambódromo do Rio e ganhou imenso destaque na mídia e mais recentemente, em 2010, concedeu uma polêmica entrevista à revista Contigo, onde fez várias revelações falsas. Mesmo percebendo a troça, a revista publicou as declarações, levando-o ao constrangimento de ter que procurar outros veículos de comunicação para desmentir-se a si próprio. 

    Outro episódio rumoroso foi a falência do Banco PanAmericano, de propriedade de seu Grupo de empresas, que comprometeu drasticamente suas finanças, levando-o a se desfazer de várias empresas, incluindo o Baú da Felicidade, adquirido pelo Magazine Luiza. Mais uma vez o tenaz homem de negócios contornou as dificuldades e continuou firme na sua imagem de um dos mais bem sucedidos empresários do Brasil.


    Capaz de decisões polêmicas em defesa de seus interesses, Silvio Santos tanto colecionou admiração, quanto mágoas, mas como resumo de vida e carreira, pode orgulhar-se de ser um trabalhador incansável, uma das figuras nacionais mais conhecidas e ser reconhecido como o maior comunicador da televisão brasileira em todos os tempos. Silvio Santos é, enfim, único.


    Silvio Santos

    Silvio Santos

    Silvio Santos

    Silvio Santos com Agnaldo Rayol, Paulo Sérgio, Cauby Peixoto e Ed Carlos -  ídolos da canção nos anos 1960

    Silvio Santos com Agnaldo Rayol, Evaldo Braga, Vanderley Cardosos e Ana Rosa

    Silvio Santos com o apresentador Blota Júnior

    Silvio Santos com suas telemoças

    Silvio Santos com Agnaldo Rayol, Paulo Sérgio e Cauby Peixoto na década 1960

    Silvio Santos com Regina Duarte

    Silvio Santos com Regina Duarte

    Silvio Santos 

    Silvio Santos 

    Silvio Santos com Regina Duarte

    Silvio Santos com Cláudia Barroso, cantora e jurada de seu programa de calouros nos anos 1970

    Silvio Santos com Gilmara Sanches, atriz e jurada de seu programa de calouros nos anos 1970
    Silvio Santos 

    Silvio Santos 

    Silvio Santos 

    Silvio Santos e suas telemoças

    Silvio Santos com Roberto Carlos

    Silvio Santos com Vanusa e Roberto Carlos

    Silvio Santos com Regina Duarte e Roberto Carlos

    Silvio Santos 

    Silvio Santos com Tarcísio Meira e Suzana Vieira

    Silvio Santos com Raquel Welch

    Silvio Santos com Wanderley Cardoso e Glória Menezes

    Silvio Santos com Regina Duarte e Francisco Cuoco

    Silvio Santos com Sandra Bréa e Eva Wilma

    Silvio Santos com Sandra Bréa

    Silvio Santos com Sandra Bréa

    Silvio Santos com vanusa e Ronnie Von

    Silvio Santos e o Troféu Imprensa

    Silvio Santos

    Silvio Santos
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    Silvio Santos

    Silvio Santos

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    Silvio Santos com Regina Duarte

    Silvio Santos

    Silvio Santos



    Silvio Santos

    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores), Cartaz (Rio Gráfica e Editora SA), Intervalo (Editora Abril), O Cruzeiro, Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), sites diversos da Internet 


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    Depois de uma série de vilões em novelas, a televisão descobriu em Miguel Falabella o humor. Nessa linha, seus maiores sucessos foram nos seriados Sai de Baixo, Toma Lá, Dá Cá e Pé na Cova. Além de ator, Miguel Falabella também se destaca como novelista, autor de seriados e por quinze anos apresentou o programa Vídeo Show.

    No teatro é autor de mega sucessos como A Partilha, Como Encher um Biquini Selvagem e Louro, Alto, Solteiro Procura. Além de ator e autor de dezenas de peças, tem no currículo bem sucedidas direções de peças em prosa e musicais.


    Veja também: Miguel Falabella - Loiro, Alto e Talentoso -http://astrosemrevista.blogspot.com.br/2016/12/miguel-falabella-loiro-alto-e-talentoso.html


    Miguel Falabella com Wanda Stefania no Caso Verdade Jan e Jin (TV Globo, 1982), direção de Walter Campos

    Miguel Falabella com Wanda Stefania no Caso Verdade Jan e Jin

    Miguel Falabella com Tony Ramos e Mário Gomes em Sol de Verão (TV Globo, 1982), novela de Manoel Carlos

    Miguel Falabella com Yara Amaral em Sol de Verão

    Miguel Falabella com Carla Camuratti em Sol de Verão
    Miguel Falabella com Isis de Oliveira e Carla Camuratti em Sol de Verão
    Miguel Falabella com Tony Ramos em Selva de Pedra (TV Globo, 1987), remake da novela de Janete Clair

    Miguel Falabella com Nicete Bruno e Tony Ramos em Selva de Pedra

    Miguel Falabella com Nicete Bruno em Selva de Pedra

    Miguel Falabella com Nicete Bruno em Selva de Pedra

    Miguel Falabella com André Valle em Selva de Pedra

    Miguel Falabella com Nicete Bruno em Selva de Pedra


    Miguel Falabella com Marcelo Picchi em Mico Preto (TV Globo, 1990), novela de Marcílio Morais

    Miguel Falabella com Glória Pires e Marcelo Picchi em Mico Preto
    Miguel Falabella com Glória Pires em Mico Preto

    Miguel Falabella em Mico Preto
    Miguel Falabella com Marcelo Picchi em Mico Preto

    Miguel Falabella com Marcelo Picchi em Mico Preto

    Miguel Falabella com Christiane Torloni em As Noivas de Copacabana (TV Globo, 1992), minissérie de Dias Gomes

    Miguel Falabella com Christiane Torloni em As Noivas de Copacabana

    Miguel Falabella com Christiane Torloni em As Noivas de Copacabana

    Miguel Falabella com Patricia Pillar em As Noivas de Copacabana

    Miguel Falabella com Ana Beatriz Nogueira em As Noivas de Copacabana

    Miguel Falabella com Chica Xavier e Yara Lins em As Noivas de Copacabana

    Miguel Falabella com Laura Cardoso em A Viagem (TV Globo, 1994), novela de Ivani Ribeiro

    Miguel Falabella com Thais de Campos  em A Viagem

    Miguel Falabella com Thais de Campos  em A Viagem

    Miguel Falabella com Maitê Proença em Cara e Coroa (TV Globo, 1995), novela de Antônio Calmon

    Miguel Falabella com Maitê Proença em Cara e Coroa

    Miguel Falabella com Christiane Torloni e Carlos Vereza em Cara e Coroa

    Miguel Falabella com Maria Padilha em Cara e Coroa

    Miguel Falabella com Victor Fasano e Thierry Figueira em Cara e Coroa

    Miguel Falabella com Maitê Proença em Cara e Coroa
     
    Miguel Falabella com Christiane Torloni em Cara e Coroa

    Miguel Falabella com Christiane Torloni em Cara e Coroa

    Miguel Falabella em Cara e Coroa


    Miguel Falabella com Marisa Orth e Aracy Balabanian no seriado Sai de Baixo (TV Globo, 1996 a 2002)

    Miguel Falabella com o elenco do seriado Sai de Baixo

    Miguel Falabella  e Aracy Balabanian no seriado Sai de Baixo

    Miguel Falabella e Marisa Orth no seriado Sai de Baixo

    Miguel Falabella com Vera Fischer em Agora é Que São Elas (TV Globo, 2003), novela de Ricardo Linhares

    Miguel Falabella com Vera Fischer em Agora é Que São Elas

    Miguel Falabella com Yoná Magalhães e Marisa Orth numa cena de Agora é Que São Elas

    Miguel Falabella em Agora é Que São Elas

    AUTOR DE TELEVISÃO

    Salsa e Merengue (TV Globo, 1996) - Novela

    Arlete Salles foi a protagonista de Salsa e Merengue, um grande sucesso que tinha também no elenco Marcos Palmeira e Maria Gladys 

    A Lua Me Disse (TV Globo, 2005) - Novela

    Marcos Pasquim, Adriana Esteves e Wagner Moura estrelaram com sucesso A Lua Me Disse

    Toma Lá, Dá Cá (TV Globo, 2005/2007/2009) - Seriado

    Toma Lá, Dá Cá

    Negócio da China (TV Globo, 2008) - Novela

    Logo no início da novela Negócio da China, Fábio Assunção, o protagonista, foi afastado da trama por problema de saúde. Thiago Lacerda entrou na trama para completar o triângulo amoroso com Grazi Massafera e Ricardo Pereira. Mas a história principal já estava desandada. Um fabuloso elenco de coadjuvantes salvou a barra.

    A Vida Alheia (TV Globo, 2010) - Seriado

    Cláudia Jimenez e Marília Pêra - A Vida Alheia

    Aquele Beijo (TV Globo, 2011) - Novela

    Giovana Antonelli e Ricardo Pereira - Aquele Beijo

    Pé na Cova (TV Globo, 2013/2016) - Seriado

    Pé na Cova

    Sexo e as Negas (TV Globo, 2014) - Seriado

    Sexo e as Negas



    TEATRO


    Miguel Falabella com Maria Padilha na peça A Tempestade

    Miguel Falabella na peça A Batalha do Arroz num Ringue para Dois

    Miguel Falabella com Guilherme Karam na peça As Sereias da Zona Sul

    Miguel Falabella com Guilherme Karam na peça As Sereias da Zona Sul

    Miguel Falabella dirigiu Stella Miranda e Soraya Ravenle na peça South American Way

    Miguel Falabella com Herson Capri na Paixão de Cristo
    Miguel Falabella com Marília Pêra em Alô, Dolly
    Miguel Falabella com Marília Pêra em Alô, Dolly

    Miguel Falabella com Diogo Vilella em A Gaiola das Loucas

    Miguel Falabella com Arlete Salles em O Que o Mordomo Viu

    Miguel Falabella com Simone Gutierres em Antes Tarde do que Nunca



    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi),  Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 


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    Miguel Falabella de Sousa Aguiar nasceu no Rio de Janeiro em  10 de outubro de 1956.
    Sua carreira teve início no teatro nos anos 1970, mas só deslanchou quando ele entrou para a televisão em 1982. Sua primeira novela foi Sol de Verão, um grande sucesso de Manoel Carlos. Vieram em seguida duas novelas das seis e em 1985 o diretor Walter Avancini o escalou para viver o importante papel de Miro no remake de Selva de Pedra, novela de Janete Clair que havia sido um grande sucesso em 1972. O sucesso foi imenso e seu prestígio foi elevado, colocando-o no primeiro escalão de atores da emissora. 

    Em 1987 Falabella estreou como apresentador do programa Vídeo Show, ficando à frente do mesmo por  15 anos. 

    Paralelamente, seguiram-se outros sucessos em novelas, quase sempre no papel de vilão: O Outro (1987), Mico Preto (1990), As Noivas de Copacabana (1992), A Viagem(1994) e Cara e Coroa (1995), até que em 1996 foi convocado para integrar o elenco do seriado de humor Sai de Baixo, onde viveu o impagável  Caco Antibes, um malandrão simpático que nada queria com o trabalho.  O programa, apresentado aos domingos, se transformou num grande sucesso, ficando seis anos no ar.

    Mas o inquieto artista queria outros vôos na televisão e passou também  a escrever novelas e seriados, sempre com sucesso. Fora da televisão, se desdobrava como ator, autor, diretor e produtor de retumbantes sucessos no teatro. Tudo em que botava a mão se transformava em êxito, o que lhe valeu a alcunha de Midas.  Não bastasse suas múltiplas atividades na televisão e no teatro, aventurou-se com igual sucesso como carnavalesco de escolas de samba e roteirista de cinema.

    Miguel Falabella é um exemplo de artista bem sucedido porque é um trabalhador incansável e obcecado pela qualidade de seus trabalhos. É também um colega querido e fiel aos amigos, mas não tolera traição. Sua dedicação e gratidão aos que lhe deram a mão é notória.  Amigos em momentos difíceis estão sempre a merecer seus cuidados e com esse carinho e devoção ele garante recuperação e sobrevida a grandes nomes, a exemplo de Ítalo Rossi e Marília Pêra, aos quais ele garantiu trabalho até o fim. Arlete Salles, Stella Miranda e Cláudia Jimenez também mereceram do amigo extrema atenção em momentos difíceis de suas vidas. Miguel Falabella é, enfim, merecedor de todas as glórias.  

    Aqui, um pouco de sua fulgurante trajetória.   

    Veja também: Miguel Falabella na Televisão e no Teatro 
    http://astrosemrevista.blogspot.com.br/2016/12/miguel-falabella-tv-e-teatro.html

    Miguel Falabella


    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella
    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella


    Miguel Falabella

    Miguel Falabella
    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella
    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella

    Miguel Falabella


    Miguel Falabella  - 15 anos á frente do Vídeo Show

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella  com Daniel Dantas e Lauro Corona

    Miguel Falabella  e Victor Fasano

    Miguel Falabella e o promoter carioca David Brazil

    Miguel Falabella e Natalia do Valle

    Miguel Falabella e Thais de Campos na novela A Viagem

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella e Christiane torloni na novela Cara e Coroa

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella e Gugu Liberato

    Miguel Falabella 

    Miguel Falabella e Cláudia Jimenez

    Miguel Falabella  com Stella Miranda e Soraya Ravenle

    Miguel Falabella - Veja

    Miguel Falabella com Tony Ramos e Mário Gomes na novela  Sol de Verão

    AMIGOS

    Miguel Falabella e Marília Pêra

    Miguel Falabella e Arlete Salles
    Miguel Falabella e Arlete Salles

    Miguel Falabella e Yoná Magalhães
    Miguel Falabella e Yoná Magalhães


    Miguel Falabella e Marisa Orth

    Miguel Falabella e Suzana Vieira

    Miguel Falabella e Cláudia Raia

    Miguel Falabella e Natalia do Valle
    Miguel Falabella e Natalia do Valle

    Miguel Falabella e Aracy Balabanian

    Miguel Falabella e Aracy Balabanian


    Miguel Falabella e Cláudia Jimenez

    Miguel Falabella e Cissa Guimarães

    Miguel Falabella e Cissa Guimarães


    Miguel Falabella e Stella Miranda

    Miguel Falabella e Guilherme Karam

    Miguel Falabella e Diogo Vilella

    Miguel Falabella e as estrelas da temporada carioca de sua peça A Partilha: Arlete Salles, Natãlia do Valle, Suzana Vieira e Thereza Piffer

    Miguel Falabella e as estrelas da temporada paulista de sua peça A Partilha: Yoná Magalhães, Arlete Salles, Suzana Vieira e Thereza Piffer

    Miguel Falabella e as estrelas da temporada paulista de A Partilha


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  • 12/22/16--16:28: CHACRINHA O VELHO GUERREIRO
  • Abelardo Barbosa nasceu no interior de Pernambuco, na cidade de Surubim em 1917. Menino gordinho e um tanto desajeitado, já na infância mostrou talento para a animação. Bom aluno, chegou até o segundo ano do curso de medicina, mas as dificuldades financeiras da família o obrigaram a ser camelô, ocasião em que descobriu seu poder de comunicação. Migrando para o Rio de Janeiro, aceitou comandar um programa de fim de noite na Rádio Tamoio, cujo endereço era numa pequena chácara em Niterói. Daí a origem do nome Chacrinha. Não era um bom locutor, mas tinha grande personalidade e movimentava o programa com tiradas divertidas, transformando o programa num grande sucesso.   


    Inicialmente foi duramente criticado pelos intelectuais que o acusavam de explorar o mundocanismo em seus programas. Mais tarde foi considerado um gênio da comunicação e considerado por Caetano Veloso como o precursor do tropicalismo. Sua temporada e maior sucesso na televisão foi na TV Globo, sendo um dos responsáveis pelo período de ascensão da emissora. Mais tarde, Boni, o poderoso diretor geral da Globo, o demitiu, assim como a Dercy Gonçalves,  sob a argumentação de que seus programas não atendiam ao “padrão globo de qualidade”. Esse revés deixou profunda mágoa no Velho Guerreiro. Nada, no entanto o tirou de seu propósito, partindo para contratos com outras emissoras e apresentando seu programa por todo  o Brasil. Anos depois ele retornou á emissora apresentando o programa Cassino do Chacrinha, que era um misto do Buzina e do Discoteca.


    Na vida pessoal, mostrava-se um homem fragilizado e inseguro. Do seu casamento com Dona Florinda, nasceram 3 filhos homens. Num trágico acidente, um deles (José Renato) ficou paraplégico, resultando mais uma dura prova emocional para o incansável Chacrinha.

    Para um grande número de artistas, Chacrinha foi um verdadeiro pai, lançando carreiras e promovendo suas músicas. Mas também cobrava fidelidade e magoava-se com muitas injustiças daqueles que após alcançarem o sucesso lhe viravam as costas e se recusando a cantar em seus programas.


    Além das sensuais e lendárias chacretes, são célebres suas frases  como “na televisão nada se cria, tudo se copia”, “Quem não se comunica se trumbica”, “alô, alô Terezinha é um barato a discoteca do Chacrinha”, “Roda, roda e avisa, um minuto de comercial”, “vocês querem bacalhau?” , “Eu vim pra confundir, não para explicar!”, “você vai cantar o quê, meu filho?” , “vai para o trono ou não vai?”, “palmas pra ele que ele merece!” , “E agora vamos receber a internacional... “ , “cheguei, baixei, saravei”, “Como vai meu bem, veio a pé ou veio de trem?”, “Terezinha...” e uma infinidade de outras tantas.


    No seu programa “Buzinha do Chacrinha”, reunia um time quase bizarro de jurados que incluía tipos exóticos como Elke Maravilha, Pedro de Lara e Aracy de Almeida, a quem ele se referia como “a Dama da Central”, devido à preferência da velha cantora pelas viagens de trem para as gravações do programa em São Paulo.



    O velho Guerreiro morreu em  Junho de 1988, aos 70 anos, menos de um mês após apresentar seu último programa. Fumante inveterado, teve câncer no pulmão e insuficiência respiratória. Na memória de quem conheceu seu trabalho e seus anárquicos programas, que incluía troféu abacaxi, concurso de pulgas e outras maluquices,  continua mais vivo que nunca. Uma lenda!

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha homenageando Tarcísio e Glória com o Troféu Velho Guerreiro

    Chacrinha com Wanderléia e seu filho Nanato

    Chacrinha

    Chacrinha e Glória Menezes

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha e Rosemary

    Chacrinha e sua mulher Dona Florinda

    Chacrinha com Glória Pires e Fábio Jr.

    Chacrinha

    Chacrinha

    Chacrinha e Wanderléia

    Chacrinha e Elke Maravilha

    Chacrinha e Caetano Veloso

    Chacrinha e Clara Nunes

    Chacrinha e Vando

    Chacrinha e Ronnie Von

    Chacrinha homenageando Sérgio Cardoso

    Chacrinha com Tarcísio Meira e Glória Menezes

    Chacrinha e Ronnie Von

    Chacrinha e Marília Pêra

    Chacrinha e Cláudia Barroso

    Chacrinha e Roberto Carlos

    Chacrinha e Tim Maia

    Chacrinha e a jornalista Marisa Raja Gabáglia

    Chacrinha com Nelson Ned e a chacrete Índia Potira

    Chacrinha e Wanderléia

    Chacrinha e Cláudia Barroso

    Chacrinha e Clara Nunes

    Chacrinha com Cauby Peixoto e Ângela Maria

    Chacrinha e Nélson Ned

    Chacrinha com Cláudia Raia e Elke Maravilha

    Chacrinha os comediantes da TV Tupi

    Chacrinha e Jerry Adriani

    Chacrinha 

    Chacrinha e Roberto Carlos

    Chacrinha e Gretchen

    Chacrinha e Chacretes

    Chacrinha e Luiz Airão

    Chacrinha e Ivon Cury

    Chacrinha e Silvana

    Chacrinha e Elis Regina

    Chacrinha e Elke Maravilha

    Chacrinha com José Fernandes e Cláudia Barroso

    Chacrinha e Cláudia Barroso

    Chacrinha e Elke Maravilha

    Chacrinha com Sérgio Cardoso, Cinira Arruda, Regina Duarte e Cláudio Marzo

    Chacrinha com o jornalista Moysés Weltman e Glória Menezes

    Chacrinha 


    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores), Cartaz (Rio Gráfica e Editora SA), Intervalo (Editora Abril), O Cruzeiro, Jornais Diário de São Paulo, Folha de São Paulo,  Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 



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    Maria Luiza David Bueno de Lima, em artes Marilu Bueno, nasceu no Rio de Janeiro em 27 de fevereiro de 1940.
    Vinda do teatro, Marilu Bueno estreou na televisão em 1972 na novela O Bofe. Em 1975 interpretou Mariinha, a divertida mulher do prefeito em Estúpido Cupido, um grande sucesso.  Em 1983, outro grande sucesso: a novela Guerra dos Sexos, de Silvio de Abreu, onde interpretava a governanta Olivia, participando diretamente do núcleo principal da história, formado pela dupla Fernanda Montenegro e Paulo Autran. Em A Gata Comeu, novela de Ivani Ribeiro, em 1985, no papel da fútil Tetê, ao lado de Cláudio Correa e Castro, Marilu Bueno obteria mais grande sucesso.  

    Contratada pela TV Manchete entre os anos 1986 e 1988, atuou em 3 novelas, entre elas o sucesso Dona Beija. De volta à TV Globo atuou em O Primo Basílio, no papel de Dona Felicidade, em elogiada atuação. Atriz de perfil cômico, Marilu Bueno também se saiu bem em papéis dramáticos, a exemplo da novela De Corpo e Alma em 1992, onde vivia justamente a mãe da personagem de Daniella Perez, a jovem atriz assassinada pelo colega de elenco. 

    Na TV Globo, além de novelas atuou em minisséries, programas e séries, entre eles Chico Anísio Show, Escolinha do Professor Raimundo,  Sítio do Pica Pau Amareloe o infantil Caça Talentos.

    Contratada pela TV Record em 2006, atuou em duas novelas da emissora: Bicho do Mato e Chamas da Vida. Depois de 3 anos afastada da televisão foi resgatada por Silvio de Abreu para reviver o papel de Olivia no remake de Guerra dos Sexos em 2012. Seguiram-se outros dois trabalhos: Alto Astral (2014) e Êta Mundo Bom! (2016).

    Além das novelas Marilu Bueno atuou em muitos espetáculos teatrais e alguns filmes. No final de 2016, a atriz foi internada com graves problemas de saúde num hospital do Rio.

    Aqui, vamos relembrar alguns de seus trabalhos.

    Marilu Bueno


    Marilu Bueno com José Wilker em O Bofe (TV Globo, 1972), novela de Braulio Pedroso, direção de Lima Duarte

    Marilu Bueno em O Bofe 

    Marilu Bueno em O Noviço (TV Globo, 1975), novela de Mário Lago, adaptada da peça de Martins Pena, direção de Herval rossano

    Marilu Bueno com Mauro Mendonça, Heloisa Raso e Djenani Machado em Estúpido Cupido (TV Globo, 1976), novela de Mário Prata, direção de Régis Cardoso

    Marilu Bueno com Mauro Mendonça, Heloisa Raso e Djenani Machado em Estúpido Cupido 

    Marilu Bueno com Mauro Mendonça em Estúpido Cupido

    Marilu Bueno com Mauro Mendonça em Estúpido Cupido

    Marilu Bueno com Mauro Mendonça em Estúpido Cupido

    Marilu Bueno em Estúpido Cupido

    Marilu Bueno com Mauro Mendonça em Estúpido Cupido

    Marilu Bueno em Sem Lenço, Sem Documento (TV Globo, 1977), novela de Mário Prata, direção de Régis Cardoso

    Marilu Bueno com Fernanda Montenegro em Guerra dos Sexos (TV Globo, 1983), novela de Silvio de Abreu, direção de Jorge Fernando e Guel Arraes

    Marilu Bueno com Fernanda Montenegro em Guerra dos Sexos

    Marilu Bueno com Fernanda Montenegro e Suely Franco em Guerra dos Sexos

    Marilu Bueno em Guerra dos Sexos
    Marilu Bueno com Paulo Autran e Fernanda Montenegro em Guerra dos Sexos

    Marilu Bueno com Fernanda Montenegro e Paulo Autran em Guerra dos Sexos

    Marilu Bueno com Lílian Lemmertz em Partido Alto (TV Globo, 1984), novela de Aguinaldo Silva e Glória Perez, direção de Roberto Talma

    Marilu Bueno em Partido Alto 

    Marilu Bueno em Partido Alto

    Marilu Bueno com Cláudio Correa e Castro em A Gata Comeu (TV Globo, 1985), novela de Ivani Ribeiro, direção de Herval Rossano

    Marilu Bueno com Cláudio Correa e Castro em A Gata Comeu 

    Marilu Bueno com Norma Geraldy e Cláudio Correa e Castro em A Gata Comeu 

    Marilu Bueno com Norma Geraldy e Cláudio Correa e Castro em A Gata Comeu

    Marilu Bueno com Christiane Torloni em A Gata Comeu

    Marilu Bueno com Norma Geraldy, Mayara Magri e Cláudio Correa e Castro em A Gata Comeu

    Marilu Bueno com Roberto Pirillo, Bia Seidl e Anilza Leoni em A Gata Comeu

    Marilu Bueno com Monah Delacy e Arlete Salles em Dona Beija (TV Manchete, 1986), novela de Wilson Aguiar Filho, direção de Herval Rossano

    Marilu Bueno com Maria Fernanda em Dona Beija

    Marilu Bueno em O Primo Basílio (TV Globo, 1988), minissérie de Gilberto Braga, adaptada do romance de Eça de Queiroz, direção de Daniel Filho


    Marilu Bueno com Alby Ramos em República (TV Globo, 1988), minissérie de Wilson Aguiar Filho, direção de Walter Avancini

    Marilu Bueno com Daniella Perez em De Corpo e Alma (TV Globo, 1992), novela de Glória Perez, direção de Roberto Talma
    Marilu Bueno com Daniella Perez, Stênio Garcia e Cristiana Oliveira em De Corpo e Alma

    Marilu Bueno em De Corpo e Alma

    Marilu Bueno com Aracy Balabanian no Caso Especial A Desinibida do Grajaú (TV Globo, 1994)

    Marilu Bueno em O Fim do Mundo (TV Globo, 1996), novela de Dias Gomes, direção de Paulo Ubiratan e Gonzaga Blota

    Marilu Bueno com Bettina Vianny  em Caça Talentos (TV Globo, 1996), série infantil

    Marilu Bueno com Angélica em Caça Talentos

    Marilu Bueno com Telma Reston  em Kubanacan (TV Globo, 2003), novela de Carlos Lombardi, direção de Wolf Maya e Alexandre Avancini
    Em 2012 Marilu Bueno volta à sua personagem Olivia no remake de Guerra dos Sexos (TV Globo, 2012), novela de Silvio de Abreu, direção de Jorge Fernando

    Marilu Bueno

    Marilu Bueno


    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Cartaz (Rio Gráfica e Editora SA),, Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 




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    Elke Georgievna Grunnupp, em artes Elke Maravilha, nasceu em Leningrado (hoje São Petersburgo), Rússia,  no dia 22 de Fevereiro de 1945.


    Filha de um russo e de uma alemã, ela tinha seis anos quando sua família emigrou para o Brasil, fugindo de perseguições políticas do stalinismo soviético. O casal e os três filhos, privados da cidadania russa, se estabeleceram em um sítio em Itabira (MG) e, mais tarde, em outra cidade mineira, Jaguaruçu.


    Naturalizada brasileira, Elke saiu de casa aos 20 anos para morar sozinha no Rio de Janeiro, onde arrumou emprego como secretária bilíngue, valendo-se de sua fluência em oito idiomas, muitos deles aprendidos no próprio ambiente familiar. Fluência que a levou a formar-se em Letras e a trabalhar como professora, tradutora e intérprete de línguas estrangeiras.


    Começou a carreira de modelo e manequim aos 24 anos, no final da década de 1960, desfilando para o estilista Guilherme Guimarães.  Bastante alta (1,80m) e loira natural, a inicialmente discreta modelo, com o tempo abriu espaço para a extravagância, que tornaria sua marca registrada, fazendo-a famosa no mundo da moda e projetando uma imagem que simbolizava transgressão e liberação.


    Foi nos desfiles que conheceu a estilista Zuzu Angel, de quem ficou amiga. Na época, em pleno regime militar, Zuzu Angel denunciava ao mundo o desaparecimento de seu filho Stuart Angel Jones, que hoje o Brasil sabe ter sido torturado e morto por agentes da ditadura na Base Aérea do Galeão. No final de 1971, Elke foi presa no Aeroporto Santos Dumont, depois de rasgar, aos gritos de “Covardes! Como ousam? Vocês já o assassinaram!”, cartazes de “Procurado” com a fotografia de Stuart. Enquadrada na Lei de Segurança Nacional, Elke teve a cidadania brasileira cassada, tornando-se apátrida. Anos depois, requisitou e obteve a cidadania alemã, a única que passou a possuir.


    A essa altura, já havia iniciado carreira de atriz, no cinema, com o nome artístico que a consagrou, dado pelo jornalista Daniel Más, espanhol naturalizado brasileiro e colunista social de vários jornais cariocas. Em 1972, Elke Maravilha surge na televisão, como jurada do programa A Buzina do Chacrinha. Chacrinha foi um de seus maiores amigos e Elke o chamava carinhosamente de “Painho”. Trabalharam juntos por 14 anos.


    Na televisão, Elke Maravilha foi também jurada do Show dos Calouros, de Sílvio Santos e apresentou o talk show Elke, no SBT. Também atuou na novela  A Volta de Beto Rockfeller (TV Tupi, 1973), na minissérie Memórias de um Gigolô(TV Globo, 1986) e na novela Xica da Silva (TV Manchete, 1988). Também atuou em diversas outras novelas como participação especial, muitas vezes vivendo ela mesma.


    No cinema, atuou em 28 filmes, entre eles, Barão Otelo no Barato dos Bilhões (1971), Quando o Carnaval Chegar(1972), Xica da Silva (1976), Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), o filme biográfico Zuzu Angel (2006), no qual aparece em participação especial cantando a música alemã “Lili Marlene”. Nesse filme, a própria Elke foi personagem, interpretada pela atriz Luana Piovani. Atuou ainda em 11 peças teatrais, tendo estreado no espetáculo Viva o Cordão Encarnado, na década de 1970.


    Elke teve uma vida pessoal bastante agitada. Casou-se oito vezes. O último foi Sasha, 27 anos mais novo, com quem viveu por 13 anos.  Não teve filhos, dizia que não saberia educar uma criança. Também confessou ter feito abortos e ter usado drogas na juventude. Dizia  não ter gênero e foi uma aguerrida defensora da causa LGBT, ambiente onde estavam seus maiores amigos. Em seus últimos anos vivia no Leme, bairro da região sul do Rio de Janeiro e viajava pelo Brasil apresentando o espetáculo Elke Canta e Conta, em que contava histórias de sua vida e cantava em vários idiomas.


    Elke Maravilha morreu no Rio de Janeiro no dia 16 de Agosto de 2016, aos 71 anos de idade. Ela estava internada há quase um mês para tratar uma úlcera e chegou a ser operada na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeiras.


    Elke foi um símbolo de alegria e liberdade. Era amada pelo público, especialmente pelas crianças. Aliás, essa era uma das suas marcantes características: Dirigia-se às platéias com “Oi Crianças!”. Sua imagem colorida e espalhafatosa, seu sorriso largo e eterna alegria são algumas das gratas lembranças que legou. Sem Elke, o Brasil ficou menos colorido e, certamente, menos alegre. Aqui um pouco de sua trajetória.


    Elke Maravilha

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha pelas lentes do fotógrafo David Zingg

    Elke Maravilha pelas lentes do fotógrafo David Zingg

    Elke Maravilha pelas lentes do fotógrafo David Zingg

    Elke Maravilha pelas lentes do fotógrafo David Zingg

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 
    Elke Maravilha 


    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 
    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 
    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 

    Elke Maravilha 


    Foi atuando no júri do programa A Buzina do Chacrinha que Elke Maravilha ficou nacionalmente conhecida


    Elke Maravilha e Chacrinha

    Elke Maravilha com Chacrinha e Cláudia Raia

    Elke Maravilha e Pedro de Lara, impagável dupla de jurados

    Elke Maravilha e Pedro de Lara

    Elke Maravilha e Pedro de Lara

    Elke Maravilha e Chacrinha


    Elke Maravilha com Ayrton e Lolita Rodrigues no programa Clube dos Artistas

    Elke Maravilha com Luis Gustavo na novela A Volta de Beto Rockfeller de Bráulio Pedroso na |TV Tupi

    Elke Maravilha com Luis Gustavo na novela A Volta de Beto Rockfeller

    Elke Maravilha com Luis Gustavo, Elaine Cristina, Odete Lara e Elizabeth Gásper na novela A Volta de Beto Rockfeller

    Elke Maravilha com Luis Gustavo, Elizabeth Gásper  e Pepita Rodrigues na novela A Volta de Beto Rockfeller

    Elke Maravilha com Luis Gustavo em A Volta de Beto Rockfeller

    Elke Maravilha com Luis Gustavo, Elaine Cristina, Odete Lara, Elizabeth Gásper  e Pepita Rodrigues na novela A Volta de Beto Rockfeller

    Elke Maravilha com os diretores Luis Galon e Gilberto Botura da novela A Volta de Beto Rockfeller

    Elke Maravilha com Lauro Corona na minissérie Memórias de Um Gigolô (TV Globo), direção de Walter Avancini

    Elke Maravilha com Lauro Corona na minissérie Memórias de Um Gigolô

    Elke Maravilha (ao fundo, sob um guarda sol) com o estilista Clodovil
    Elke Maravilha com o estilista Clodovil

    Elke Maravilha com o cabeleireiro Silvinho, seu grande amigo e criador de suas excêntrica imagem

    Elke Maravilha no outrora famoso Baile dos Enxutos

    Elke Maravilha com o amigo Silvinho num evento

    Elke Maravilha com o ator Paulo Ramos numa fotonovela da revista Sétimo Céu

    Elke Maravilha em 1971 com Grande Otelo no filme O Barão Otelo no Barato dos Bilhões

    Elke Maravilha com Grande Otelo e Dina Sfat no filme O Barão Otelo no Barato dos Bilhões

    Elke Maravilha em cenas do filme O Barão Otelo no Barato dos Bilhões

    Elke Maravilha com Jorge Gomes e Wilson Grey no filme A Noiva da Cidade  (1979), direção de Humberto Mauro

    Elke Maravilha com Jorge Gomes no filme A Noiva da Cidade

    Elke Maravilha com Maurício do Valle e Jorge Gomes no filme A Noiva da Cidade

    Elke Maravilha numa cena do filme A Noiva da Cidade

    Elke Maravilha com Jorge Gomes no filme A Noiva da Cidade
    Elke Maravilha no cartaz do filme a Noiva da Cidade


    Elke Maravilha com Hugo Carvana no filme Quando o Carnaval Chegar (1972), direção de Cacá Diegues

    Elke Maravilha com Hugo Carvana no filme Quando o Carnaval Chegar

    Elke Maravilha no cartaz do filme Elke Maravilha Contra o Homem Atômico (1978), direção de Gilvan Pereira

    Elke Maravilha no filme Gente Que Transa (1974), direção de Silvio de Abreu

    Elke Maravilha no filme Gente Que Transa 

    Elke Maravilha no filme Gente Que Transa 

    Elke Maravilha no filme Gente Que Transa 

    Elke Maravilha com Ida Gomes numa cena do filme Gente Que Transa 
    Elke Maravilha no cartaz do filme Gente Que Transa

    Elke Maravilha com Wilson Grey no filme Xica da Silva (1976), direção de Cacá Diegues 

    Elke Maravilha no filme Xica da Silva

    Elke Maravilha com o menino Fernando Ramos no filme Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), direção de Héctor Babenco

    Elke Maravilha com o menino Fernando Ramos no filme Pixote, a Lei do Mais Fraco
    Elke Maravilha no filme A Força de Xangô (1978), direção de Iberê Cavalcante

    Elke Maravilha  no filme Romance (1987), direção de Sérgio Bianchi 
    Elke Maravilha  com o cantor Daniel no filme Xuxa Requebra (1999), direção de Tizuka Yamazaki

    Elke Maravilha  no filme Carossel 2  (2015), direção de Mauricio Eça 
    Elke Maravilha  no filme Meu Passado me Condena (2013), direção de Julia Rezende

    Elke Maravilha no filme Suprema Felicidade (2010), direção de Arnaldo Jabor 
    Elke Maravilha com os atores Luigi Baricelli e Oscar Magrini no evento Paixão de Cristo

    Elke Maravilha

    Elke Maravilha


    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Ilusão (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores), Cartaz (Rio Gráfica e Editora SA), Intervalo (Editora Abril), O Cruzeiro, Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo,  Cedoc (TV Globo),  site Banco de Conteudos Culturais (www.bcc.org.br), sites diversos da Internet




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  • 01/02/17--14:46: SIDNEY MAGAL O AMANTE LATINO

  • Na segunda metade dos anos 1970 surgiu nos programas de televisão um cantor moreno e  sensual, misturando o rebolado de Ney Matogrosso e o ritmo latino dos Gypsy Kings, famoso conjunto musical da época. O sucesso foi instantâneo e Sidney Magal se tornou um fenômeno, causando furor nas macacas de auditório. De cara emplacou um imenso sucesso com a música Sandra Rosa Madalena, seguida de  outros hits. Logo em seguida surgia a febre da lambada e mais uma vez o cantor foi ao topo das paradas de sucesso com a música Me Chama que eu Vou,  popularizada na trilha sonora da novela Rainha da Sucata.  

    Para quem acreditava que seria mais um fenômeno passageiro, Magal adaptou-se a novos tempos, mas sempre mantendo um repertório romântico. Avançou para outras modalidades artísticas, atuando como ator de novelas e filmes, dublador e bailarino, além de atuar em espetáculos musicais.

    Sidney Magalhães, seu nome de batismo,   nasceu no Rio de Janeiro em 19 de junho de 1953. Com mais de 40 anos de carreira, Sidney Magal é um dos mais conhecidos e queridos cantores do Brasil. Aqui um pouco de sua trajetória.

    Discos:  Magal(1977); Magal (1978); O Amante (1970); O Amor Não Tem Hora para Chegar (1980); Quero Te Fazer Feliz (1981); Magal Espetacular (1982); Vibrações (1983) ; Cara (1984); Me Acende (1985); Mãos Dadas(1987); Magal (1990); Só Satisfação (1991); Sidney Magal & Big Band (1995); Aventureiro (1998); Baila Magal (2000); Sidney Magal ao Vivo (2006) ; Coração Latino ao Vivo (2012);

    Filmes: O Sexo das Bonecas (1974); Amante Latino (1979); Inspetor Faustão e o Mallandro (1991); O Caminho das Nuvens (2003); Um Lobisomem na Amazônia (2005); Jean Charles(2009)

    Dublagens: Happy Feet - O Pinguim (2006) - personagem Amoroso; Happy Feet 2 (2011) - personagem Amoroso; Meu Malvado Favorito 2 (2013) - personagem El Macho; Divertida Mente (2015)- personagem Piloto de helicóptero brasileiro.


    Televisão :  A História de Ana Raio e Zé Trovão (TV Manchete, 1990);  O Campeão (TV Bandeirantes, 1996);  Da Cor do Pecado (TV Globo, 2004); Bang Bang (TV Globo, 2005); Uma Escolinha muito Louca (2008/2009);  além de participações em séries e outras participações especiais, interpretando ele mesmo. 

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

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    Sidney Magal

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    Sidney Magal

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    Sidney Magal

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    Sidney Magal

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    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal

    Sidney Magal 
    Sidney Magal

    Sidney Magal com Bibi Ferreira e Ney Matogrosso

    Sidney Magal com Hebe Camargo


    Sidney Magal 

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    Sidney Magal 

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    Sidney Magal 

    Sidney Magal 


    Sidney Magal  com Tamara Taxman e Roberto Bomtempo na novela A História de Ana raio e Zé Trovão (TV Manchete, 1990), novela de Marcos Caruso, direção de Jayme Monjardim 

    Sidney Magal 


    Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Ilusão (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Blog TUDO ISSO É TV (Césio Gaudereto), site TV Globo, Site Canal Viva, Cedoc (TV Globo), sites diversos da Internet 

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    Antônio Fernandes Alves Correia, conhecido profissionalmente como Toni Correia nasceu em Canas de Senhorim, Portugal, em 6 de Junho de 1953.  

    Cursou Engenharia na Universidade de Coimbra e chegou ao Brasil em 1976 para uma visita a parentes no Rio de Janeiro. Através do  ator e produtor Moacyr Deriquém, fez um teste para a TV Globo, que procurava um ator para interpretar um imigrante português na novela O Casarão, de Lauro César Muniz. Aprovado para o importante papel de Jacinto, foi um sucesso, garantindo-lhe o papel de galã na novela  Locomotivas(1977), escrita por Cassiano Gabus Mendes, onde viveu o simpático Machadinho. Foi o auge de sua meteórica carreira, com seu rosto estampado nas capas de todas as revistas da época. Mas, talvez por inexperiência, resolveu valorizar o seu passe e sem acordo com a emissora carioca, transferiu-se para a TV Tupi de São Paulo em 1978 para atuar em Aritana, escrita por Ivani Ribeiro. Apesar do relativo sucesso da novela, os holofotes estiveram direcionados para o galã Carlos Alberto Riccelli, que interpretava o carismático índio da trama e, além disso, a emissora paulista dava seus últimos suspiros.

    Afastado da televisão, atuou nos filmes O Guarani (1979), Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel (1979) e Os Campeões (1983).


    Na vida pessoal , em 1983, Toni  se casou com Renata, uma carioca com quem teve dois filhos. De volta à Europa, radicou-se na França, onde permaneceu por 15 anos, atuando como executivo em publicidade. Só voltou ao Brasil em 1997, quando passou a ministrar workshops para empresas e retomou suas atividades como ator, mas os tempos eram outros e tem conseguido apenas participações de pouco destaque em novelas e peças, sem a repercussão dos áureos tempos de outrora.  Mas isso não o fez desistir e um de seus trabalhos, o espetáculo motivacional Navegar é Preciso... Em Prosa, Verso e Riso, lhe rendeu uma comenda da Ordem do Infante D. Henrique em Portugal.


    Toni Correia foi o primeiro galã genuinamente português das novelas brasileiras. Antes dele, eram atores brasileiros que interpretavam esses papéis, a exemplo de Sérgio Cardoso (Antônio Maria) e Jonas Melo (Meu Rico Português).  Também foi o primeiro ator a atuar sem os estereótipos do português de bigodão e dono de padaria. Abriu caminho para outros galãs do futuro, como Nuno Lopes, Ricardo Pereira e Paulo Rocha. 

    Aqui, “pois pois”, um pouco da meteórica trajetória do belo e simpático português de olhos verdes que encantou o público das novelas brasileiras nos anos 1970. 


    Toni Correia
    Toni Correia

    Toni Correia

    Toni Correia

    Toni Correia

    Toni Correia

    Toni Correia

    Toni Correia